"A vida é longuíssima para se errar, mas assombrosamente curta para se viver. A consciência da brevidade da vida perturba a vaidade dos meus neurônios e me faz ver que sou um caminhante que cintila nas curvas da existência e se dissipa aos primeiros raios do tempo. Nesse breve intervalo entre cintilar e dissipar, ando à procura de quem sou. Procurei-me em muitos lugares, mas me achei num lugar anônimo, no único lugar onde as vaias e os aplausos são a mesma coisa, o único lugar onde ninguém pode entrar sem permitirmos, nem nós mesmos."
Augusto Cury - O vendedor de Sonhos.
ainda leio esse livro **-*
ResponderExcluirQue lugar seria esse? Certamente tão íntimo, até para definições.
ResponderExcluirOi, obrigada pela visita! Também gostei do seu espaço.
ResponderExcluirÉ esse o lugar que eu procuro, um lugar só meu, onde eu possa ser o que eu quiser!
tem selo pra ti la em meu blog!
ResponderExcluir;D
Atire a primeira pedra quem nunca "se encontrou" nos textos dele.
ResponderExcluirQuero me perder em sonhos...
ResponderExcluirBeijos