quarta-feira, 29 de abril de 2009

"Não poderias saber

nada de mais absoluto sobre ela, a não ser ela própria. Fazendo algumas perguntas, tu ouvirias respostas. Nas respostas ela poderia mentir, dissimular, e a realidade que estava sendo, a realidade que agora era, seria quebrada. E pois, não fazendo perguntas, tu aceitarias a moça completamente. Desconhecida, ela seria mais completa que todo um inventário sobre o seu passado. Descobririas que as coisas e as pessoas só o são em totalidade quando não existem perguntas, ou quando essas perguntas não são feitas. Que a maneira mais absoluta de aceitar alguém ou alguma coisa seria justamente não falar, não perguntar - mas ver. Em silêncio."



Caio F. Abreu.

4 comentários:

  1. Maso melhor nem sempre é ter o todo das pessoas.

    (Perguntas são necessárias).

    ;)

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  2. Cacilda! Fiquei arrepiado aqui!
    Muito lindo mesmo!
    Bjoooooooo!!!!!!

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  3. Queridona, quanto tempo! +_+
    Sempre bom vir aqui também, sabia!?
    Muito mesmo!


    Ademais... perguntas, seja lá a sua forma de ser feita (em silêncio, por olhares ou palavras) ora ou outra; precisam ser feitas. Um todo de mais ou de menos que só faz diferença se for preciso ser transparecido! Coisas que não se explica. ;)


    Beijo, amore.
    *-*

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  4. aai caio fernando abreu *-*
    tenho um bloco de notas só com coisas que ele escreveu, porque é MUITO mara :')
    beijao Mari.

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